Throughput com inspeção ligada, licenças, alta disponibilidade e capacidade de gestão: os critérios que decidem o acerto da escolha.
Trocar o firewall costuma ser tratado como uma compra de equipamento, quando na verdade é uma decisão de arquitetura de segurança que vai durar de quatro a cinco anos. A escolha errada aparece na forma de lentidão, recursos desligados e regras que ninguém entende.
Throughput real, não o de catálogo
O número de destaque na ficha técnica geralmente é o throughput bruto, sem inspeção. Com IPS, antivírus e inspeção de tráfego criptografado ativos, a capacidade cai de forma significativa. O dimensionamento precisa considerar o cenário com todas as proteções ligadas.
Licenciamento e ciclo de vida
Boa parte do custo total está nas licenças anuais de segurança e suporte, não no appliance. Vale mapear o custo de renovação para o ciclo completo e verificar a data anunciada de fim de suporte do modelo escolhido.
Gestão é o que sustenta o investimento
Um firewall sem revisão periódica de regras acumula permissões temporárias que viraram permanentes. Independentemente da marca, o valor vem da gestão contínua: revisão de políticas, atualização de firmware e leitura dos relatórios de tentativa de ataque.
